27.9.12

Sentidos

Muito mais visível que a campanha do Celso Russomano é a anticampanha que surge para impedir a vitória do candidato à prefeitura de São Paulo. Para quem reside fora da capital paulista, como eu, Russomano parece ter um histórico político e ético que depõe contra sua própria trajetória e intenções.

Parece que existe uma oposição dedicada não a propor alternativas, mas a sabotar a vitória de um candidato.

Se Russomano é tão ruim, os outros são, por oposição de ideias, realmente tão melhores?

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Um bom exemplo que explica a urgência de uma reforma tributária no Brasil. Maior parte dos impostos recolhidos nos estados e municípios vai para Brasília e de lá partem os investimentos para as cidades — o que explica em parte a demora nas obras de infraestrutura que o Brasil precisa. O ideal seria que os Estados pudessem tocar investimentos do tipo sem depender do Governo Federal.

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Não sei o que me preocupa mais: crianças armadas ou crianças com filhos.

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Se eu, que não me considero um sujeito de vocabulário restrito, encontro dificuldades na escolha de palavras para compor um simples release, imagino como se sentem aqueles meus antigos colegas da faculdade de jornalismo que não liam livros e — pasmem! — nem jornal.

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Eu gosto da Literatura porque ela me ajuda a situar as minhas angústias.

Nunca a eliminá-las, porque não existe vida sem angústia, mas a reconhecê-las, dar-lhes nome, rosto e endereço: legitimá-las.

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Dodô Azevedo no Facebook:

“Racionais MCs no palco. Canções de protesto, antiimperialistas, anticapitalistas, antissistema. Cenário: motos importadas. Figurino: boné dos Muppets, camisa pólo, tênis Nike Air.”

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  1. bumerangue publicou esta postagem
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