24.6.12
Este é o cartão pessoal mais afudê que eu já vi. Finalmente conheci pessoalmente o Sidney Gusman, crítico de quadrinhos e autor de diversos projetos legais na área, como o MSP 50, em que 50 quadrinistas brasileiros reinterpretam os personagens do Maurício de Sousa. Paula Mastroberti, Sidney e eu conversávamos na ComiCon quando ele disse “vou dar meu cartão pra vocês. Querem Horácio, Bidu, Mônica ou Penadinho?”. Paula escolheu Horácio; eu, Bidu. E ainda pedi: “Ah, me dá um de cada”. Não adiantou.
Na conversa, todos concordamos: as manobras narrativas absurdas às quais a DC Comics impõe seus personagens e os frequentes roteiros pobres das HQs empobrecem o gênero. Mas eu ainda questiono se o problema não seria inerente ao formato: não há conflito verossímil o suficiente para sustentar uma narrativa por 60 anos com os mesmos personagens sem recorrer a reboots, mortes, ressurreições, casamentos, divórcios, amnésias, curas milagrosas e soluções mágicas que subestimam a inteligência dos leitores. Eu parei de ler HQs de super heróis aos 14 anos porque a qualidade narrativa me pareceu muito duvidosa. Boas histórias são boas independente do formato (literário, cinematográfico, visual, auditivo) e do público ao qual se dirige (adulto, juvenil, infantil). Uma boa história convence qualquer um.
Assisti a um debate sobre o coming out do Lanterna Verde/Alan Scott e da preocupação dos estúdios em representar “as minorias” nos quadrinhos e as implicações dessa decisão.
Além disso, concorri a um prêmio surpresa do Conselho Jedi do RS, mas esqueci de comparecer ao sorteio. Posso ter ganho um action figure, uma caneca ou um sabre de luz de verdade e nem tô sabendo.
Ah! E também conheci o Estevão Ribeiro, autor da genial tirinha Os passarinhos - Vida de escritor, publicada periodicamente na Publishnews. 

Este é o cartão pessoal mais afudê que eu já vi. Finalmente conheci pessoalmente o Sidney Gusman, crítico de quadrinhos e autor de diversos projetos legais na área, como o MSP 50, em que 50 quadrinistas brasileiros reinterpretam os personagens do Maurício de Sousa. Paula Mastroberti, Sidney e eu conversávamos na ComiCon quando ele disse “vou dar meu cartão pra vocês. Querem Horácio, Bidu, Mônica ou Penadinho?”. Paula escolheu Horácio; eu, Bidu. E ainda pedi: “Ah, me dá um de cada”. Não adiantou.

Na conversa, todos concordamos: as manobras narrativas absurdas às quais a DC Comics impõe seus personagens e os frequentes roteiros pobres das HQs empobrecem o gênero. Mas eu ainda questiono se o problema não seria inerente ao formato: não há conflito verossímil o suficiente para sustentar uma narrativa por 60 anos com os mesmos personagens sem recorrer a reboots, mortes, ressurreições, casamentos, divórcios, amnésias, curas milagrosas e soluções mágicas que subestimam a inteligência dos leitores. Eu parei de ler HQs de super heróis aos 14 anos porque a qualidade narrativa me pareceu muito duvidosa. Boas histórias são boas independente do formato (literário, cinematográfico, visual, auditivo) e do público ao qual se dirige (adulto, juvenil, infantil). Uma boa história convence qualquer um.

Assisti a um debate sobre o coming out do Lanterna Verde/Alan Scott e da preocupação dos estúdios em representar “as minorias” nos quadrinhos e as implicações dessa decisão.

Além disso, concorri a um prêmio surpresa do Conselho Jedi do RS, mas esqueci de comparecer ao sorteio. Posso ter ganho um action figure, uma caneca ou um sabre de luz de verdade e nem tô sabendo.

Ah! E também conheci o Estevão Ribeiro, autor da genial tirinha Os passarinhos - Vida de escritor, publicada periodicamente na Publishnews. 

2 notas

  1. josiiiii reblogou esta postagem de bumerangue
  2. bumerangue publicou esta postagem
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