“Em primeiro lugar, já somos a 5ª e talvez mesmo a 4ª maior economia do mundo. As estatísticas oficiais não mostram isso porque não incluem a economia informal que é muito maior no Brasil do que na França e Alemanha, respectivamente a 5ª e 4ª maiores economias de acordo com as estatísticas oficiais. De qualquer forma, do ponto de vista de geração e negócios, que é o que interessa para os empresários, o Brasil já é maior do que a França e, talvez, já seja maior que a Alemanha também. Com relação à distribuição de renda, pobreza e IDH, é importante compreender que todos os indicadores tem melhorado muito, mas, em alguns casos, saímos de níveis iniciais tão ruins, que eles ainda continuam fracos. Ainda assim, se as tendências se mantiverem, o que, provavelmente, irá acontecer, teremos mudanças profundas ao longo desta década. Por exemplo, se o ritmo de melhora de distribuição de renda no Brasil desde 1994 continuar por apenas 3 anos mais, em 2015, a distribuição de renda no Brasil será melhor do que nos EUA, algo que era inimaginável até recentemente e que pouca gente já se deu conta.”
— Ricardo Amorim, em entrevista à Revista Seja Mais.
O otimismo do consultor econômico alcança até mesmo os preparativos do País para a Copa de 2014 e Olimpíadas de 2016:
“Ao contrário da maioria, estou convencido que a infraestrutura dos eventos estará muito mais pronta do que teme a maioria. A Copa do Mundo acontecerá apenas dois meses antes das eleições presidencial e para governadores. Um vexame nacional por falta de infraestrutura sepultaria as candidaturas dos atuais governadores e da própria Presidente.”