Leitores de Bumerangue!, vide Walter, andaram reclamando sobre a falta de textos neste blog. Sendo assim, aí vão algumas reflexões publicadas no Facebook, nos últimos dias.
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Uma das coisas mais chatas dos relacionamentos são os personagens dos quais os envolvidos se valem durante as instâncias da paixão. Sempre, um dos dois é o mais apaixonado; um dos dois é o rejeitado; um dos dois é o que rejeita; um dos dois é o receoso; um dos dois é o ciumento; um dos dois controla; um dos dois é controlado. E minhas pesquisas indicam que isso não é fruto das paixões juvenis, mas um panorama que se estende pela maturidade, pelas paixões que surgem em qualquer idade ou fase da vida. Talvez os personagens sejam uma das maiores certezas da condição amorosa.
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EU E O COMPUTADOR - ou ainda bem que máquinas não têm sindicato
Eu: - Agora faz isso.
Computador: - Ai, não sei fazer.
- Tu já fez isso hoje.
- Ai, não lembro.
- Lembra, sim. Faça.
- Ai, não. Me deixa.
- Eu tô mandando tu fazer!
- Vai embora.
- Faz de novo!
- Tá, eu faço!
- …
- …
- …
- …
- Por que tá demorando tanto?
- Que?
- Pô, por que a demora, meu Deus?
- Tô pensando. Peraí.
- Faz, pô!!
- Ai!!
- Idiota! Pra que demorar tanto pra fazer algo que tu já fez hoje?
- Não grita!
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O vestido da piriguete é pura contradição. É muito pra baixo onde deveria ser pra cima e muito pra cima onde deveria ser pra baixo.
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Quero pintar a parede. Eis as sugestões de cores: Manga, Flocos de milho, Crisântemo amarelo, Berimbau, Pele bronzeada, Matinê e Capoeira.
Pele bronzeada, gente.
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AVISO | De segunda à sábado, erramos a crase. Aos domingos, nunca temos. Att., A direção.