“A tese central é a mesma: ao nos ensinar a ler de outra forma – veloz, horizontal, volúvel, interativa, baseada na satisfação imediata –, a tecnologia digital está reprogramando nossas mentes no nível bioquímico, devido a uma característica do cérebro chamada neuroplasticidade. Em consequência disso, a capacidade da espécie de acompanhar raciocínios longos e mergulhar sem distração na solução de um problema complexo pode estar simplesmente em vias de extinção.”
— Sérgio Rodrgues, no blog Todoprosa, sobre o livro “A geração superficial – O que a internet está fazendo com os nossos cérebros”, de Nicholas Carr.
O que vocês acham?