9.6.14

Até agora, o texto mais sensato (e engraçado!) sobre a FIFA e a Copa do Mundo.

8 notas

Comentários (View)
7.6.14

Sempre achei que o Piolho não aguentaria uma caminhada até o Beira-Rio, mas acho que subestimei sua forma física. Duas horas a pé, com uma parada de 15 minutos no parque para latir para uma garça no espelho d´água. Agora, ei-lo aqui, feliz e ainda cheio de energia. À tarde, vai correr no Monumento aos Açorianos, da foto acima. Eita, cachorro forte e saudável.

4 notas

Comentários (View)
7.6.14

tr3intade0ctubre:

yaddy123:

This is everything.

(Fonte: lisakitto)

328.747 notas (via ruryon & lisakitto)

Comentários (View)
7.6.14

390.247 notas (via ruryon & mysimpsonsblogisgreaterthanyours)

Comentários (View)
3.6.14
By Pablo Stanley.

By Pablo Stanley.

21 notas

Comentários (View)
30.5.14
By Andy Singer.

By Andy Singer.

20 notas

Comentários (View)
30.5.14
marvinm00re:

tattooedcomicguy:

quarterboxes:

Jim Aparo 

My childhood.

What Batman and his rogues looked like in my day.

marvinm00re:

tattooedcomicguy:

quarterboxes:

Jim Aparo 

My childhood.

What Batman and his rogues looked like in my day.

(Fonte: redcell6)

285 notas (via marvinm00re & redcell6)

Comentários (View)
28.5.14
Piolho Macuco.

Piolho Macuco.

9 notas

Comentários (View)
22.5.14

megatrip:

MILLIONAIRE JIMMY BOUGHT THIS WAR AGAINST CRIME! STORY ART.

20 notas (via mobsixtoo & megatrip)

Comentários (View)
19.5.14

thefrogman:

Reasons to get a Pet by Jessie Doodles [tumblr]

265.321 notas (via ruryon & jessiedoodles)

Comentários (View)
16.5.14
Minhas impressões sobre Porto Alegre nos acabamentos da preparação à Copa do Mundo.1) Não sei se foi muita ingenuidade da minha parte, mas até o mês passado eu acreditava que a Prefeitura de Porto Alegre daria uma ajeitada em alguns pontos turísticos da cidade que estão há alguns anos abandonados, como a Ponte de Pedra, o Monumento aos Açorianos, o Gasômetro, a Praça da Matriz, Parque Farroupilha, o Viaduto Otávio Rocha, o Paço Municipal e o Largo Glênio Peres. A um mês do evento, tudo continua do mesmo jeito que sempre esteve durante a gestão José Fortunati.2) Achei um pouco ofensivas as novas placas de sinalização bilíngue em algumas esquinas do Centro Histórico: “Aguarde o sinal verde - Wait for the green light”. A ofensa fica por conta do óbvio: mal tem placas com indicações das ruas para os próprios porto-alegrenses se localizarem e agora os gestores exibem um zelo que nunca tiveram só para inglês ver.3) Já passaram pelo Beira-Rio recentemente? Passei por lá no domingo. O estádio é lindíssimo, mas as redondezas são terra arrasada. Isso só confirma a minha teoria de que Porto Alegre é a capital nacional da caliça abandonada. Em breve, a terra arrasada será substituída por uma grande e negra malha asfáltica, sem paisagismo, sem praça, sem árvores, sem gente, só carros. A cara do Fortunati.4) Na Esquina Democrática, índios vestidos de apache tocam Elton John na flauta andina. Por que não incentivar a cultura dos nossos próprios caingangues? Em tempo: Porto Alegre é uma das poucas capitais brasileiras com uma tribo indígena dentro de seu território.5) A cidade está suja e não me venham dizer que é por falta de educação do povo. Vandalismo e gente porca existe em qualquer cidade. Historicamente, a gestão José Fortunati não tem demonstrado competência para fazer o feijão com arroz da poda de canteiros, limpeza de calçadas, higienização de paradas de ônibus e que tais. O prefeito tem que parar de achar culpados pela sujeira e mandar suas equipes limparem a cidade em três turnos, sem dar chances para que a sujeira se acumule. Não existe outra solução para a manutenção de uma cidade.6) Ontem, fiquei sabendo que o Rei e a Rainha da Holanda vêm a Porto Alegre acompanhar uma partida da seleção de seu país. Que impressões da cidade vão levar na bagagem?7) O prefeito ainda acha que espalhar viadutos pela cidade e alargar ruas é a panaceia para os problemas de mobilidade, exatamente como pensavam os progressistas da década de 70.8) Eu quero a minha cidade bonita, verde, ampla e rápida não para a Copa do Mundo, mas para o cotidiano das pessoas que aqui residem. Até agora, o único legado que o evento vai deixar para a cidade são algumas faixas de asfalto e alguns pilares de concreto. E legado nunca foi uma preocupação da FIFA, mas deveria sê-lo da administração municipal.9) Acho importante dizer que eu votei no Fortunati porque, hoje sei, mantive expectativas muito acima do que ele poderia corresponder. Lamento o erro que cometi na urna, naquele outubro. Não sou contra a Copa do Mundo no Brasil, nunca fui e nem nunca enxerguei o evento como uma Nova Jerusalém que ia cair dos Céu dourada e resplandecente e firmar-se sobre o nosso solo, eliminando nossas fealdades históricas. Eventos do gênero são feitos pela elite mundial e para que a elite mundial lucre um pouco mais - e apenas isso. Por isso não existe preocupação com justiça social ou diminuição de desigualdades. Cabe aos países que os sediam competência para administrar o legado social e econômico que esses eventos podem deixar e é isso o que me interessa. Não sei como estão as coisas no Brasil, mas em Porto Alegre, essa competência inexiste.10) Nunca vou esquecer do comentário do Boechat na bancada do Jornal da Band quando estouraram o tatu inflável da Coca-Cola no Largo Glênio Peres: “os gaúchos querem a praça, não querem esse negócio aí”. Na mosca.

Minhas impressões sobre Porto Alegre nos acabamentos da preparação à Copa do Mundo.

1) Não sei se foi muita ingenuidade da minha parte, mas até o mês passado eu acreditava que a Prefeitura de Porto Alegre daria uma ajeitada em alguns pontos turísticos da cidade que estão há alguns anos abandonados, como a Ponte de Pedra, o Monumento aos Açorianos, o Gasômetro, a Praça da Matriz, Parque Farroupilha, o Viaduto Otávio Rocha, o Paço Municipal e o Largo Glênio Peres. A um mês do evento, tudo continua do mesmo jeito que sempre esteve durante a gestão José Fortunati.

2) Achei um pouco ofensivas as novas placas de sinalização bilíngue em algumas esquinas do Centro Histórico: “Aguarde o sinal verde - Wait for the green light”. A ofensa fica por conta do óbvio: mal tem placas com indicações das ruas para os próprios porto-alegrenses se localizarem e agora os gestores exibem um zelo que nunca tiveram só para inglês ver.

3) Já passaram pelo Beira-Rio recentemente? Passei por lá no domingo. O estádio é lindíssimo, mas as redondezas são terra arrasada. Isso só confirma a minha teoria de que Porto Alegre é a capital nacional da caliça abandonada. Em breve, a terra arrasada será substituída por uma grande e negra malha asfáltica, sem paisagismo, sem praça, sem árvores, sem gente, só carros. A cara do Fortunati.

4) Na Esquina Democrática, índios vestidos de apache tocam Elton John na flauta andina. Por que não incentivar a cultura dos nossos próprios caingangues? Em tempo: Porto Alegre é uma das poucas capitais brasileiras com uma tribo indígena dentro de seu território.

5) A cidade está suja e não me venham dizer que é por falta de educação do povo. Vandalismo e gente porca existe em qualquer cidade. Historicamente, a gestão José Fortunati não tem demonstrado competência para fazer o feijão com arroz da poda de canteiros, limpeza de calçadas, higienização de paradas de ônibus e que tais. O prefeito tem que parar de achar culpados pela sujeira e mandar suas equipes limparem a cidade em três turnos, sem dar chances para que a sujeira se acumule. Não existe outra solução para a manutenção de uma cidade.

6) Ontem, fiquei sabendo que o Rei e a Rainha da Holanda vêm a Porto Alegre acompanhar uma partida da seleção de seu país. Que impressões da cidade vão levar na bagagem?

7) O prefeito ainda acha que espalhar viadutos pela cidade e alargar ruas é a panaceia para os problemas de mobilidade, exatamente como pensavam os progressistas da década de 70.

8) Eu quero a minha cidade bonita, verde, ampla e rápida não para a Copa do Mundo, mas para o cotidiano das pessoas que aqui residem. Até agora, o único legado que o evento vai deixar para a cidade são algumas faixas de asfalto e alguns pilares de concreto. E legado nunca foi uma preocupação da FIFA, mas deveria sê-lo da administração municipal.

9) Acho importante dizer que eu votei no Fortunati porque, hoje sei, mantive expectativas muito acima do que ele poderia corresponder. Lamento o erro que cometi na urna, naquele outubro. Não sou contra a Copa do Mundo no Brasil, nunca fui e nem nunca enxerguei o evento como uma Nova Jerusalém que ia cair dos Céu dourada e resplandecente e firmar-se sobre o nosso solo, eliminando nossas fealdades históricas. Eventos do gênero são feitos pela elite mundial e para que a elite mundial lucre um pouco mais - e apenas isso. Por isso não existe preocupação com justiça social ou diminuição de desigualdades. Cabe aos países que os sediam competência para administrar o legado social e econômico que esses eventos podem deixar e é isso o que me interessa. Não sei como estão as coisas no Brasil, mas em Porto Alegre, essa competência inexiste.

10) Nunca vou esquecer do comentário do Boechat na bancada do Jornal da Band quando estouraram o tatu inflável da Coca-Cola no Largo Glênio Peres: “os gaúchos querem a praça, não querem esse negócio aí”. Na mosca.

5 notas

Comentários (View)
15.5.14
vicemag:

Gen X Ruined the World Too 
Hey, did you hear about the western Antarctic ice sheet? The melting there has reached the point of no return, which means we’re getting an extra ten feet added to our sea levels in the near future. A clear and direct threat to human life as we know it—we should be rioting in the streets, or at least posting more ice memes than net neutrality memes, right? Instead, as everyone knows, the scourge of the postmodern world, the Millennial generation, is too busy updating Snapchat on the iPhones they bought with their parents’ credit cards. But is it really all our fault?
Generation X has a lot more to do with our current shitshow than they believe. I’m not blaming them for the way the world looks—that’s on the Boomers—but our big brothers and sisters in Gen X screwed up our cultural priorities by teaching Millennials that self-obsession is the highest mark of cultural capital.
Continue

Muitas verdades neste artigo. Eu, nascido em 1982, me sinto confortável se colocado na geração transitória entre X e Millenials.

vicemag:

Gen X Ruined the World Too 

Hey, did you hear about the western Antarctic ice sheet? The melting there has reached the point of no return, which means we’re getting an extra ten feet added to our sea levels in the near future. A clear and direct threat to human life as we know it—we should be rioting in the streets, or at least posting more ice memes than net neutrality memes, right? Instead, as everyone knows, the scourge of the postmodern world, the Millennial generation, is too busy updating Snapchat on the iPhones they bought with their parents’ credit cards. But is it really all our fault?

Generation X has a lot more to do with our current shitshow than they believe. I’m not blaming them for the way the world looks—that’s on the Boomers—but our big brothers and sisters in Gen X screwed up our cultural priorities by teaching Millennials that self-obsession is the highest mark of cultural capital.

Continue

Muitas verdades neste artigo. Eu, nascido em 1982, me sinto confortável se colocado na geração transitória entre X e Millenials.

393 notas (via vicemag)

Comentários (View)
15.5.14

Vi o comercial da Bombril com a Ivete Sangalo e fiquei incomodado. Enviei a seguinte mensagem ao SAC da empresa:

"Olá, amigos da Bombril.

Sugiro que a empresa repense seu slogan. ‘Os produtos que evoluíram com as mulheres’ mascara num falso elogio à ‘evolução das mulheres’ um forte machismo, porque associa esta mesma ‘evolução’ a produtos do cotidiano, como palha de aço ou desinfetante, além de perpetuar a ideia antiga de que o cuidado com o lar cabe às mulheres e somente a elas. Sou um homem solteiro, moro sozinho e, como qualquer consumidor que cuida da casa, também me preocupo com produtos de limpeza. Sou cliente Bombril, não sou mulher e sugiro que a empresa abandone a repetição dessas ideias ultrapassadas e que não mais representam nem as mulheres e nem as famílias contemporâneas. A ‘evolução’ a qual a empresa se refere e que teriam vivido as mulheres está muito acima das preocupações cotidianas do lar. Na verdade, esta ‘evolução’ existe justamente para romper com esta ideia, o que faz do slogan e do posicionamento da empresa uma contradição.

Forte abraço.”

O preconceito está na sutileza.

7 notas

Comentários (View)
6.5.14
Reflexões do Homem Zebra
Eu vejo todo mundo lamentando a segunda-feira e reclamando como é duro levantar da cama às manhãs e sinto que não compartilho desse desânimo. Eu amo as manhãs, são o turno mais produtivo das minhas semanas. Há vezes em que eu faço tanta coisa até o meio-dia que a tarde passa com tamanha tranquilidade. Aliás, gostaria até de dormir menos e começar o dia às 5h, se a academia e o supermercado abrissem mais cedo.
***
Tenho acostumado o cachorro a ir comigo em todos os lugares, para aprender a comportar-se ao convívio social. Lavanderia, farmácia, banca de jornais, padaria e hoje, pela primeira vez, ao supermercado. Amarrei-o na entrada e, na volta, surpreendi-me com o seu comportamento quieto e educado, sentado a me esperar. O mesmo acontece quando vou à padaria. Tenho a impressão que ele não se preocupa em ser deixado sozinho na calçada porque sabe que eu vou voltar. Achei fofo. 

***
Meu cachorro deve ser muito carismático. Só isso explica tudo o que ele já ganhou de outras pessoas, como banhos de graça, brinquedos, punhados de petiscos, passeios, comida, cobertores. Hoje, passamos em frente a uma banca de frutas e ele, como sempre, ficou lambendo os lábios. Expliquei:- É que ele adora fruta.- Que fruta?- Banana, maçã, mamão…Voltamos pra casa com 3 mamões de graça.
***
A visita à exposição do Sebastião Salgado foi reveladora por dois momentos: 1) é como assistir National Geographic Channel, dada a quantidade de fotos de elefantes, pinguins, icebergs e árvores; por isso, achei entediante; 2) a quantidade de pessoas fotografando as fotografias expostas e as legendas abaixo das molduras. Não sei o que se passa com “as pessoas”, mas por que elas não deixam suas portentosas máquinas fotográficas e smartphones de lado por um minuto e apreciam as coisas que, supostamente, as levaram até ali?Eu não entendo qual é a necessidade de fotografar tudo o tempo inteiro — ainda mais quando boa parte dos fotógrafos que vemos por aí são visivelmente tão amadores quanto eu. Será que eles conseguem formar algum juízo sobre a obra, ou estariam muito distraídos registrando-a? São atividades diferentes e não necessariamente complementares. No fim, acho que, na verdade, “as pessoas” estão apenas de passagem pelo mundo e não se relacionam com “as coisas”. Tenho certeza que muitos daqueles “fotógrafos” saíram da exposição repetindo algum adjetivo fácil, quando perguntados se gostaram ou não: “é lindo”, “é maravilhoso”, “é muito legal”. Será que é mesmo?

Reflexões do Homem Zebra

Eu vejo todo mundo lamentando a segunda-feira e reclamando como é duro levantar da cama às manhãs e sinto que não compartilho desse desânimo. Eu amo as manhãs, são o turno mais produtivo das minhas semanas. Há vezes em que eu faço tanta coisa até o meio-dia que a tarde passa com tamanha tranquilidade. Aliás, gostaria até de dormir menos e começar o dia às 5h, se a academia e o supermercado abrissem mais cedo.

***

Tenho acostumado o cachorro a ir comigo em todos os lugares, para aprender a comportar-se ao convívio social. Lavanderia, farmácia, banca de jornais, padaria e hoje, pela primeira vez, ao supermercado. Amarrei-o na entrada e, na volta, surpreendi-me com o seu comportamento quieto e educado, sentado a me esperar. O mesmo acontece quando vou à padaria. Tenho a impressão que ele não se preocupa em ser deixado sozinho na calçada porque sabe que eu vou voltar. Achei fofo. 

***

Meu cachorro deve ser muito carismático. Só isso explica tudo o que ele já ganhou de outras pessoas, como banhos de graça, brinquedos, punhados de petiscos, passeios, comida, cobertores. Hoje, passamos em frente a uma banca de frutas e ele, como sempre, ficou lambendo os lábios. Expliquei:
- É que ele adora fruta.
- Que fruta?
- Banana, maçã, mamão…

Voltamos pra casa com 3 mamões de graça.

***

A visita à exposição do Sebastião Salgado foi reveladora por dois momentos: 1) é como assistir National Geographic Channel, dada a quantidade de fotos de elefantes, pinguins, icebergs e árvores; por isso, achei entediante; 2) a quantidade de pessoas fotografando as fotografias expostas e as legendas abaixo das molduras. Não sei o que se passa com “as pessoas”, mas por que elas não deixam suas portentosas máquinas fotográficas e smartphones de lado por um minuto e apreciam as coisas que, supostamente, as levaram até ali?

Eu não entendo qual é a necessidade de fotografar tudo o tempo inteiro — ainda mais quando boa parte dos fotógrafos que vemos por aí são visivelmente tão amadores quanto eu. Será que eles conseguem formar algum juízo sobre a obra, ou estariam muito distraídos registrando-a? São atividades diferentes e não necessariamente complementares. No fim, acho que, na verdade, “as pessoas” estão apenas de passagem pelo mundo e não se relacionam com “as coisas”. Tenho certeza que muitos daqueles “fotógrafos” saíram da exposição repetindo algum adjetivo fácil, quando perguntados se gostaram ou não: “é lindo”, “é maravilhoso”, “é muito legal”. Será que é mesmo?

3 notas

Comentários (View)
4.5.14

death-by-lulz:

This is the most accurate picture I’ve ever seen.

(Fonte: fuckyeahcomicsbaby)

536.014 notas (via ruryon & fuckyeahcomicsbaby)

Comentários (View)