1.2.14
clayrodery:

Sketchbook Joker

clayrodery:

Sketchbook Joker

706 notas (via clayrodery)

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31.1.14
mikedeodatojr:

Miracleman. Black and white

mikedeodatojr:

Miracleman. Black and white

107 notas (via ilovecomiccovers & mikedeodatojr)

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27.1.14
By Laerte.

By Laerte.

18 notas

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27.1.14
Consigo traçar um paralelo entre o filme “Meia-Noite em Paris”, de Woody Allen, e o meu desinteresse pelo Grammy 2014. O filme fala que nostalgia é negação do presente, por isso sujeitos como eu recorrem tanto ao passado — no meu caso, à música. Antes de assistir o filme, e totalmente alienado da premiação musical, ouvi os álbuns “África Brasil”, do Jorge Ben, “Racional Vol. 2”, do Tim Maia, e "The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars", do David Bowie. Todos produzidos na década de setenta. Ouvi também o novo do Daft Punk, que apesar de ter sido lançado em 2013, emula o som (veja só que coincidência!) também da década de setenta. A dupla francesa, apresentando o som do passado, foi a maior vencedora do Grammy da noite de domingo. É sintomático. Assisti a apresentação da famigerada Lorde, a nova queridinha da crítica contemporânea, e achei tão mecânica e vazia quanto qualquer coisa da Rainha dos Robôs Lana Del Rey. Já o Daft Punk levou ao palco o Stevie Wonder e o guitarrista do Chic, botou o auditório pra dançar e resumiu a música contemporânea: negação do presente e adulação ao passado. Pergunto: por que negamos o presente? Ele é mesmo tão desinteressante quanto eu o percebo? A crise, se ela existe, é criativa ou é uma questão pessoal que ainda não resolvi?

Consigo traçar um paralelo entre o filme “Meia-Noite em Paris”, de Woody Allen, e o meu desinteresse pelo Grammy 2014. O filme fala que nostalgia é negação do presente, por isso sujeitos como eu recorrem tanto ao passado — no meu caso, à música. Antes de assistir o filme, e totalmente alienado da premiação musical, ouvi os álbuns “África Brasil”, do Jorge Ben, “Racional Vol. 2”, do Tim Maia, e "The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars", do David Bowie. Todos produzidos na década de setenta. Ouvi também o novo do Daft Punk, que apesar de ter sido lançado em 2013, emula o som (veja só que coincidência!) também da década de setenta. A dupla francesa, apresentando o som do passado, foi a maior vencedora do Grammy da noite de domingo. É sintomático. Assisti a apresentação da famigerada Lorde, a nova queridinha da crítica contemporânea, e achei tão mecânica e vazia quanto qualquer coisa da Rainha dos Robôs Lana Del Rey. Já o Daft Punk levou ao palco o Stevie Wonder e o guitarrista do Chic, botou o auditório pra dançar e resumiu a música contemporânea: negação do presente e adulação ao passado. Pergunto: por que negamos o presente? Ele é mesmo tão desinteressante quanto eu o percebo? A crise, se ela existe, é criativa ou é uma questão pessoal que ainda não resolvi?

22 notas

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24.1.14

1 nota

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24.1.14

Book trailer da premiada graphic novel “O Boxeador”, de Reinhard Kleist. Nunca imaginei que um vídeo do gênero pudesse ser tão comovente. Já reli essa história tantas vezes, por força do trabalho, e sempre me tocou. Agora, em vídeo, novamente. Recomendo aos corações sensíveis.

2 notas

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22.1.14

Urbanices

O olhar mais atento e curioso percebe que os nomes com os quais os condomínios são batizados falam muito sobre a sua época de construção. Por exemplo, edifícios residenciais erguidos nos anos 50 e 60 geralmente têm somente prenome: Marta, Renato, Lúcia, Valquíria. Na mesma época, há algumas exceções, como os nomes católicos (Santa Maria, Conceição, Pio XII), ou prenomes precedidos por pronome de tratamento, patente ou cargo (Dona Angélica, Coronel Fabrício, Doutor Rui). Os anos seguintes trouxeram os substantivos genéricos, como Ravena, Gaivota, Esplendor, Rincão, Catedral. Em seguida, vimos o surgimento da afetação, com os nomes próprios e compostos, frequentemente alemães, franceses, italianos ou poloneses.

A década de 90 inaugurou a etapa da pretensão nouveau riche, com muito Saint Tropez, Ilha de Malta, Ibiza e Manhattan. E nos últimos anos vimos uma explosão de cafonice, com os estrangeirismos pipocando em Las Brisas, Las Rocas, The Sun, Trend 24 e The Park.

Esta análise, aparentemente inútil, serve pra provar que quanto mais sofisticado o nome de um condomínio, mais atento você deve ficar, em caso de consulta imobiliária, para o m² dos apartamentos — em especial da área de serviço. Os apartamentos antigos, em prédios chamados Ana, Ricardo ou Gabriela, geralmente oferecem peças maiores, o que, pra mim, significa conforto. Já os chamados The Island, Le Chateau e Isle St. Barts vão lhe apresentar um alto valor por m², uma área de serviço que não serve pra nada, um playground com um escorregador, um balanço e grama sintética e uma alta taxa de condomínio, pra lhe lembrar que morar nos Estados Unidos ou no Mediterrâneo não é pro populacho.

5 notas

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19.1.14

wastedm1nd:

Best plot twist

(Fonte: goodnight-lenin)

374.192 notas (via ruryon & goodnight-lenin)

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13.1.14
fortressnerd:

GoldeneyeTopps ComicsNovember 1995Writer: Don McGregor Penciller: Claude St. Aubin Inker: Rick MagyarCover: Brian Stelfreeze
Topps Comics launched this adaptation of Pierce Brosnan’s first Bond film but cancelled it after the first issue.  Originally planned as a three-issue limited series, the 2nd and 3rd issues never shipped.  I haven’t been able to find any explanation for the cancellation.
It’s not a great comic, but check out that badass Brian Stelfreeze cover.  And it’s always fun to see movie scenes translated into comics form.
I would love to have two more of those covers.  I’m also pretty bummed out that I didn’t get to see Claude St. Aubin pencils of 007 chasing General Ourumov through the streets of St. Petersburg in a stolen Soviet tank.

fortressnerd:

Goldeneye
Topps Comics
November 1995
Writer: Don McGregor
Penciller: Claude St. Aubin
Inker: Rick Magyar
Cover: Brian Stelfreeze

Topps Comics launched this adaptation of Pierce Brosnan’s first Bond film but cancelled it after the first issue.  Originally planned as a three-issue limited series, the 2nd and 3rd issues never shipped.  I haven’t been able to find any explanation for the cancellation.

It’s not a great comic, but check out that badass Brian Stelfreeze cover.  And it’s always fun to see movie scenes translated into comics form.

I would love to have two more of those covers.  I’m also pretty bummed out that I didn’t get to see Claude St. Aubin pencils of 007 chasing General Ourumov through the streets of St. Petersburg in a stolen Soviet tank.

13 notas (via marvinm00re)

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13.1.14
By Pryscila Vieira.

By Pryscila Vieira.

22 notas

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13.1.14
newyorker:


A cartoon by Sam Gross. A look at more cartoons inspired by surrealism: http://nyr.kr/1a1b1cR

newyorker:

A cartoon by Sam Gross. A look at more cartoons inspired by surrealism: http://nyr.kr/1a1b1cR

809 notas (via newyorker)

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13.1.14
maifrem:

Masters of the Universe Magazine, Poster #2 | Earl Norem

maifrem:

Masters of the Universe Magazine, Poster #2 | Earl Norem

105 notas (via mobsixtoo & maifrem)

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8.1.14

45 notas

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3.1.14

11 notas

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23.12.13

17 notas (via fanzinecoquetelmolotov)

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