20.6.14

tompeyer:

Happy Father’s Day

392 notas (via tompeyer)

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9.6.14
Amigos, vocês sabiam que é absolutamente possível curtir futebol e a Copa do Mundo e que isso não é necessariamente sinônimo de alienação?Esse radicalismo infantil que opõe Copa do Mundo e “a realidade do Brasil” é nada além disso mesmo: um radicalismo infantil. Às vezes parece que os brasileiros subestimam a inteligência dos próprios brasileiros, como se todos fossem incapazes de diferenciar as coisas e colocá-las em seus devidos lugares.Estou acompanhando pela imprensa a chegada dos turistas e das delegações estrangeiras ao País e achando tudo sensacional, como em Santos (foto), em que os mexicanos foram recebidos pelo prefeito (!), uma escola de samba (!!) e cerca de 300 admiradores brasileiros (!!!). Jogadores disseram que nem em seu país natal recebem tamanha atenção. E um jogador alemão ganhou um Parabéns a Você especial de uma tribo indígena da Bahia, que se apresentou no campo em que a seleção alemã treinava. A recepção dos baianos foi afetuosa a ponto de convencer os alemães a abrirem um treino que a princípio seria reservado. E no Rio, uma banda de senhores grisalhos aguardava no desembarque internacional com músicas, placas e colares de flores.E sabe o que é mais bizarro? Nenhum aeroporto desabou, nenhum estádio caiu, o País não foi destruído por uma catástrofe sobrenatural que os pessimistas pareciam prever a todo momento desde que o bonde da Copa de 2014 começou a andar — desse nosso jeito atabalhoado, barulhento, improvisado, perdulário, confuso e contraditório.Vai ter greve? Provavelmente. Vai ter protesto? Certo que sim. Vai ter violência policial? Como sempre. Vai ter engarrafamento, alagamento, desculpa furada de autoridade, improviso, turista perdido, gringo roubado, 3G ruim? Vai, gente. Esse evento é feito na nossa casa, sob as nossas circunstâncias, com nossos erros e acertos, orgulhos e constrangimentos. Teto de vidro todo país tem. Todos os nossos problemas já existiam antes da Copa e continuarão a existir após porque eles independem dessa jornada dispendiosa e megalômana na qual entramos em 2007.Curtir a Copa do Mundo é tão legítimo quanto apoiar (ou se opôr à) a greve dos metroviários paulistas. Então, amigos, curtam sem medo de ofender. As demandas da nossa sociedade e das nossas comunidades não serão diminuídas pela apreciação desse acontecimento que, por bem ou por mal, é histórico.

Amigos, vocês sabiam que é absolutamente possível curtir futebol e a Copa do Mundo e que isso não é necessariamente sinônimo de alienação?

Esse radicalismo infantil que opõe Copa do Mundo e “a realidade do Brasil” é nada além disso mesmo: um radicalismo infantil. Às vezes parece que os brasileiros subestimam a inteligência dos próprios brasileiros, como se todos fossem incapazes de diferenciar as coisas e colocá-las em seus devidos lugares.

Estou acompanhando pela imprensa a chegada dos turistas e das delegações estrangeiras ao País e achando tudo sensacional, como em Santos (foto), em que os mexicanos foram recebidos pelo prefeito (!), uma escola de samba (!!) e cerca de 300 admiradores brasileiros (!!!). Jogadores disseram que nem em seu país natal recebem tamanha atenção. E um jogador alemão ganhou um Parabéns a Você especial de uma tribo indígena da Bahia, que se apresentou no campo em que a seleção alemã treinava. A recepção dos baianos foi afetuosa a ponto de convencer os alemães a abrirem um treino que a princípio seria reservado. E no Rio, uma banda de senhores grisalhos aguardava no desembarque internacional com músicas, placas e colares de flores.

E sabe o que é mais bizarro? Nenhum aeroporto desabou, nenhum estádio caiu, o País não foi destruído por uma catástrofe sobrenatural que os pessimistas pareciam prever a todo momento desde que o bonde da Copa de 2014 começou a andar — desse nosso jeito atabalhoado, barulhento, improvisado, perdulário, confuso e contraditório.

Vai ter greve? Provavelmente. Vai ter protesto? Certo que sim. Vai ter violência policial? Como sempre. Vai ter engarrafamento, alagamento, desculpa furada de autoridade, improviso, turista perdido, gringo roubado, 3G ruim? Vai, gente. Esse evento é feito na nossa casa, sob as nossas circunstâncias, com nossos erros e acertos, orgulhos e constrangimentos. Teto de vidro todo país tem. Todos os nossos problemas já existiam antes da Copa e continuarão a existir após porque eles independem dessa jornada dispendiosa e megalômana na qual entramos em 2007.

Curtir a Copa do Mundo é tão legítimo quanto apoiar (ou se opôr à) a greve dos metroviários paulistas. Então, amigos, curtam sem medo de ofender. As demandas da nossa sociedade e das nossas comunidades não serão diminuídas pela apreciação desse acontecimento que, por bem ou por mal, é histórico.

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9.6.14

Até agora, o texto mais sensato (e engraçado!) sobre a FIFA e a Copa do Mundo.

8 notas

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7.6.14

Sempre achei que o Piolho não aguentaria uma caminhada até o Beira-Rio, mas acho que subestimei sua forma física. Duas horas a pé, com uma parada de 15 minutos no parque para latir para uma garça no espelho d´água. Agora, ei-lo aqui, feliz e ainda cheio de energia. À tarde, vai correr no Monumento aos Açorianos, da foto acima. Eita, cachorro forte e saudável.

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7.6.14

tr3intade0ctubre:

yaddy123:

This is everything.

(Fonte: lisakitto)

328.991 notas (via ruryon & lisakitto)

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7.6.14

391.169 notas (via ruryon & mysimpsonsblogisgreaterthanyours)

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3.6.14
By Pablo Stanley.

By Pablo Stanley.

21 notas

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30.5.14
By Andy Singer.

By Andy Singer.

20 notas

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30.5.14
marvinm00re:

tattooedcomicguy:

quarterboxes:

Jim Aparo 

My childhood.

What Batman and his rogues looked like in my day.

marvinm00re:

tattooedcomicguy:

quarterboxes:

Jim Aparo 

My childhood.

What Batman and his rogues looked like in my day.

(Fonte: redcell6)

285 notas (via marvinm00re & redcell6)

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28.5.14
Piolho Macuco.

Piolho Macuco.

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22.5.14

megatrip:

MILLIONAIRE JIMMY BOUGHT THIS WAR AGAINST CRIME! STORY ART.

20 notas (via mobsixtoo & megatrip)

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19.5.14

thefrogman:

Reasons to get a Pet by Jessie Doodles [tumblr]

267.332 notas (via ruryon & jessiedoodles)

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16.5.14
Minhas impressões sobre Porto Alegre nos acabamentos da preparação à Copa do Mundo.1) Não sei se foi muita ingenuidade da minha parte, mas até o mês passado eu acreditava que a Prefeitura de Porto Alegre daria uma ajeitada em alguns pontos turísticos da cidade que estão há alguns anos abandonados, como a Ponte de Pedra, o Monumento aos Açorianos, o Gasômetro, a Praça da Matriz, Parque Farroupilha, o Viaduto Otávio Rocha, o Paço Municipal e o Largo Glênio Peres. A um mês do evento, tudo continua do mesmo jeito que sempre esteve durante a gestão José Fortunati.2) Achei um pouco ofensivas as novas placas de sinalização bilíngue em algumas esquinas do Centro Histórico: “Aguarde o sinal verde - Wait for the green light”. A ofensa fica por conta do óbvio: mal tem placas com indicações das ruas para os próprios porto-alegrenses se localizarem e agora os gestores exibem um zelo que nunca tiveram só para inglês ver.3) Já passaram pelo Beira-Rio recentemente? Passei por lá no domingo. O estádio é lindíssimo, mas as redondezas são terra arrasada. Isso só confirma a minha teoria de que Porto Alegre é a capital nacional da caliça abandonada. Em breve, a terra arrasada será substituída por uma grande e negra malha asfáltica, sem paisagismo, sem praça, sem árvores, sem gente, só carros. A cara do Fortunati.4) Na Esquina Democrática, índios vestidos de apache tocam Elton John na flauta andina. Por que não incentivar a cultura dos nossos próprios caingangues? Em tempo: Porto Alegre é uma das poucas capitais brasileiras com uma tribo indígena dentro de seu território.5) A cidade está suja e não me venham dizer que é por falta de educação do povo. Vandalismo e gente porca existe em qualquer cidade. Historicamente, a gestão José Fortunati não tem demonstrado competência para fazer o feijão com arroz da poda de canteiros, limpeza de calçadas, higienização de paradas de ônibus e que tais. O prefeito tem que parar de achar culpados pela sujeira e mandar suas equipes limparem a cidade em três turnos, sem dar chances para que a sujeira se acumule. Não existe outra solução para a manutenção de uma cidade.6) Ontem, fiquei sabendo que o Rei e a Rainha da Holanda vêm a Porto Alegre acompanhar uma partida da seleção de seu país. Que impressões da cidade vão levar na bagagem?7) O prefeito ainda acha que espalhar viadutos pela cidade e alargar ruas é a panaceia para os problemas de mobilidade, exatamente como pensavam os progressistas da década de 70.8) Eu quero a minha cidade bonita, verde, ampla e rápida não para a Copa do Mundo, mas para o cotidiano das pessoas que aqui residem. Até agora, o único legado que o evento vai deixar para a cidade são algumas faixas de asfalto e alguns pilares de concreto. E legado nunca foi uma preocupação da FIFA, mas deveria sê-lo da administração municipal.9) Acho importante dizer que eu votei no Fortunati porque, hoje sei, mantive expectativas muito acima do que ele poderia corresponder. Lamento o erro que cometi na urna, naquele outubro. Não sou contra a Copa do Mundo no Brasil, nunca fui e nem nunca enxerguei o evento como uma Nova Jerusalém que ia cair dos Céu dourada e resplandecente e firmar-se sobre o nosso solo, eliminando nossas fealdades históricas. Eventos do gênero são feitos pela elite mundial e para que a elite mundial lucre um pouco mais - e apenas isso. Por isso não existe preocupação com justiça social ou diminuição de desigualdades. Cabe aos países que os sediam competência para administrar o legado social e econômico que esses eventos podem deixar e é isso o que me interessa. Não sei como estão as coisas no Brasil, mas em Porto Alegre, essa competência inexiste.10) Nunca vou esquecer do comentário do Boechat na bancada do Jornal da Band quando estouraram o tatu inflável da Coca-Cola no Largo Glênio Peres: “os gaúchos querem a praça, não querem esse negócio aí”. Na mosca.

Minhas impressões sobre Porto Alegre nos acabamentos da preparação à Copa do Mundo.

1) Não sei se foi muita ingenuidade da minha parte, mas até o mês passado eu acreditava que a Prefeitura de Porto Alegre daria uma ajeitada em alguns pontos turísticos da cidade que estão há alguns anos abandonados, como a Ponte de Pedra, o Monumento aos Açorianos, o Gasômetro, a Praça da Matriz, Parque Farroupilha, o Viaduto Otávio Rocha, o Paço Municipal e o Largo Glênio Peres. A um mês do evento, tudo continua do mesmo jeito que sempre esteve durante a gestão José Fortunati.

2) Achei um pouco ofensivas as novas placas de sinalização bilíngue em algumas esquinas do Centro Histórico: “Aguarde o sinal verde - Wait for the green light”. A ofensa fica por conta do óbvio: mal tem placas com indicações das ruas para os próprios porto-alegrenses se localizarem e agora os gestores exibem um zelo que nunca tiveram só para inglês ver.

3) Já passaram pelo Beira-Rio recentemente? Passei por lá no domingo. O estádio é lindíssimo, mas as redondezas são terra arrasada. Isso só confirma a minha teoria de que Porto Alegre é a capital nacional da caliça abandonada. Em breve, a terra arrasada será substituída por uma grande e negra malha asfáltica, sem paisagismo, sem praça, sem árvores, sem gente, só carros. A cara do Fortunati.

4) Na Esquina Democrática, índios vestidos de apache tocam Elton John na flauta andina. Por que não incentivar a cultura dos nossos próprios caingangues? Em tempo: Porto Alegre é uma das poucas capitais brasileiras com uma tribo indígena dentro de seu território.

5) A cidade está suja e não me venham dizer que é por falta de educação do povo. Vandalismo e gente porca existe em qualquer cidade. Historicamente, a gestão José Fortunati não tem demonstrado competência para fazer o feijão com arroz da poda de canteiros, limpeza de calçadas, higienização de paradas de ônibus e que tais. O prefeito tem que parar de achar culpados pela sujeira e mandar suas equipes limparem a cidade em três turnos, sem dar chances para que a sujeira se acumule. Não existe outra solução para a manutenção de uma cidade.

6) Ontem, fiquei sabendo que o Rei e a Rainha da Holanda vêm a Porto Alegre acompanhar uma partida da seleção de seu país. Que impressões da cidade vão levar na bagagem?

7) O prefeito ainda acha que espalhar viadutos pela cidade e alargar ruas é a panaceia para os problemas de mobilidade, exatamente como pensavam os progressistas da década de 70.

8) Eu quero a minha cidade bonita, verde, ampla e rápida não para a Copa do Mundo, mas para o cotidiano das pessoas que aqui residem. Até agora, o único legado que o evento vai deixar para a cidade são algumas faixas de asfalto e alguns pilares de concreto. E legado nunca foi uma preocupação da FIFA, mas deveria sê-lo da administração municipal.

9) Acho importante dizer que eu votei no Fortunati porque, hoje sei, mantive expectativas muito acima do que ele poderia corresponder. Lamento o erro que cometi na urna, naquele outubro. Não sou contra a Copa do Mundo no Brasil, nunca fui e nem nunca enxerguei o evento como uma Nova Jerusalém que ia cair dos Céu dourada e resplandecente e firmar-se sobre o nosso solo, eliminando nossas fealdades históricas. Eventos do gênero são feitos pela elite mundial e para que a elite mundial lucre um pouco mais - e apenas isso. Por isso não existe preocupação com justiça social ou diminuição de desigualdades. Cabe aos países que os sediam competência para administrar o legado social e econômico que esses eventos podem deixar e é isso o que me interessa. Não sei como estão as coisas no Brasil, mas em Porto Alegre, essa competência inexiste.

10) Nunca vou esquecer do comentário do Boechat na bancada do Jornal da Band quando estouraram o tatu inflável da Coca-Cola no Largo Glênio Peres: “os gaúchos querem a praça, não querem esse negócio aí”. Na mosca.

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15.5.14
vicemag:

Gen X Ruined the World Too 
Hey, did you hear about the western Antarctic ice sheet? The melting there has reached the point of no return, which means we’re getting an extra ten feet added to our sea levels in the near future. A clear and direct threat to human life as we know it—we should be rioting in the streets, or at least posting more ice memes than net neutrality memes, right? Instead, as everyone knows, the scourge of the postmodern world, the Millennial generation, is too busy updating Snapchat on the iPhones they bought with their parents’ credit cards. But is it really all our fault?
Generation X has a lot more to do with our current shitshow than they believe. I’m not blaming them for the way the world looks—that’s on the Boomers—but our big brothers and sisters in Gen X screwed up our cultural priorities by teaching Millennials that self-obsession is the highest mark of cultural capital.
Continue

Muitas verdades neste artigo. Eu, nascido em 1982, me sinto confortável se colocado na geração transitória entre X e Millenials.

vicemag:

Gen X Ruined the World Too 

Hey, did you hear about the western Antarctic ice sheet? The melting there has reached the point of no return, which means we’re getting an extra ten feet added to our sea levels in the near future. A clear and direct threat to human life as we know it—we should be rioting in the streets, or at least posting more ice memes than net neutrality memes, right? Instead, as everyone knows, the scourge of the postmodern world, the Millennial generation, is too busy updating Snapchat on the iPhones they bought with their parents’ credit cards. But is it really all our fault?

Generation X has a lot more to do with our current shitshow than they believe. I’m not blaming them for the way the world looks—that’s on the Boomers—but our big brothers and sisters in Gen X screwed up our cultural priorities by teaching Millennials that self-obsession is the highest mark of cultural capital.

Continue

Muitas verdades neste artigo. Eu, nascido em 1982, me sinto confortável se colocado na geração transitória entre X e Millenials.

393 notas (via vicemag)

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15.5.14

Vi o comercial da Bombril com a Ivete Sangalo e fiquei incomodado. Enviei a seguinte mensagem ao SAC da empresa:

"Olá, amigos da Bombril.

Sugiro que a empresa repense seu slogan. ‘Os produtos que evoluíram com as mulheres’ mascara num falso elogio à ‘evolução das mulheres’ um forte machismo, porque associa esta mesma ‘evolução’ a produtos do cotidiano, como palha de aço ou desinfetante, além de perpetuar a ideia antiga de que o cuidado com o lar cabe às mulheres e somente a elas. Sou um homem solteiro, moro sozinho e, como qualquer consumidor que cuida da casa, também me preocupo com produtos de limpeza. Sou cliente Bombril, não sou mulher e sugiro que a empresa abandone a repetição dessas ideias ultrapassadas e que não mais representam nem as mulheres e nem as famílias contemporâneas. A ‘evolução’ a qual a empresa se refere e que teriam vivido as mulheres está muito acima das preocupações cotidianas do lar. Na verdade, esta ‘evolução’ existe justamente para romper com esta ideia, o que faz do slogan e do posicionamento da empresa uma contradição.

Forte abraço.”

O preconceito está na sutileza.

7 notas

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