18.8.14

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14.8.14
By Laerte.

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11.8.14
Nos anos 90, as meninas colecionavam pôsteres do Leonardo DiCaprio ou dos Backstreet Boys e suspiravam, enfeitiçadas. Cresceram e muitas continuaram sonhando com um namorado de pôster: ideal, um romance perfeito. Até encontram namorados, mas frustam-se com o choque da realidade que esfrega em suas caras relacionamentos cheios de realidade incapazes de corresponderem aos seus sonhos de menina. O romance perfeito é uma realidade tanto quanto o príncipe encantado no pôster da revista.

Nos anos 90, as meninas colecionavam pôsteres do Leonardo DiCaprio ou dos Backstreet Boys e suspiravam, enfeitiçadas. Cresceram e muitas continuaram sonhando com um namorado de pôster: ideal, um romance perfeito. Até encontram namorados, mas frustam-se com o choque da realidade que esfrega em suas caras relacionamentos cheios de realidade incapazes de corresponderem aos seus sonhos de menina. O romance perfeito é uma realidade tanto quanto o príncipe encantado no pôster da revista.

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11.8.14
officialnaomicampbell:

kawahineaihonua:

crunchwrapmistress:

jackanthonyfernandez:

mooncalfe:

injellyfish:

ahkmenra-h:

hellabitcoins:

sansaspark:

magconbabe-matt:

This shit betBiter work

HAH I REBLOGGED THIS LAST NIGHT AND LOOK WHAT I GOT FROM MY DAD TODAY OUT OF THE BLUE


what if we all got paper lol

GUYS I REBLOGGED THIS LAST NIGHT AND I JUST GOT $150 

I am not even kidding but I am reblogging this twice in a row because I just got $275.

might as well

I need $33 dollars but some extra bits won’t be all bad

will this move me out of my parents house and buy their jealousy

omg yall tutu literally just gave me $160 I BELIEVE

officialnaomicampbell:

kawahineaihonua:

crunchwrapmistress:

jackanthonyfernandez:

mooncalfe:

injellyfish:

ahkmenra-h:

hellabitcoins:

sansaspark:

magconbabe-matt:

This shit betBiter work

HAH I REBLOGGED THIS LAST NIGHT AND LOOK WHAT I GOT FROM MY DAD TODAY OUT OF THE BLUE

what if we all got paper lol
GUYS I REBLOGGED THIS LAST NIGHT AND I JUST GOT $150 

I am not even kidding but I am reblogging this twice in a row because I just got $275.

might as well

I need $33 dollars but some extra bits won’t be all bad

will this move me out of my parents house and buy their jealousy

omg yall tutu literally just gave me $160 I BELIEVE

720.343 notas (via kinestesia & magconbabe-matt)

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11.8.14
Esta lata de refrigerante jamais foi aberta desde a década de 60. Por quanto vocês beberiam o conteúdo?

Esta lata de refrigerante jamais foi aberta desde a década de 60. Por quanto vocês beberiam o conteúdo?

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7.8.14

Da profissão

Recentemente, recebi a visita de uma amiga jovem, muito inteligente e sensível (e de sua mãe, com quem compartilha os predicados), que cogita a faculdade de Jornalismo e pesquisa sobre o cotidiano da profissão. Conversamos sobre o meu trabalho na assessoria de imprensa, minha história profissional, perspectivas de carreira e prática jornalística durante a faculdade. A experiência valeu-me sobretudo como ato terapêutico, porque me ouvi falando sobre minha rotina. Assim me descobri ainda muito empolgado com este trabalho — empolgação transferida à minha jovem amiga, que foi embora sorridente e otimista.

Por isso tudo, as demissões na RBS me entristecem muito porque sublinham as péssimas perspectivas que a profissão de jornalista tem no Rio Grande do Sul e no Brasil. Lembro da recente reformulação do Grupo Abril, que não somente demitiu como encerrou publicações, e também do jornal O Estado de São Paulo, que seguiu na mesma linha. Em comum entre as três situações, centenas de demissões e o discurso empresarial sempre em nome da eficiência e modernização das redações e das empresas jornalísticas.

Coincidentemente, hoje acordei às 3h09 pensando sobre as escolhas que fiz na vida. Na verdade, despertei ao insistente cutucão do focinho do meu cachorro, mas uma coisa levou à outra. Encerrei a graduação em Jornalismo em 2008, depois de cursar Desenho Industrial por quase dois anos. Nesse intervalo, lancei um livro, participei de outros, viajei pelo Estado palestrando em eventos literários, dei entrevistas para imprensa, publiquei muito em sites de literatura e blogs – que na década passada tinham o mesmo impacto e representatividade das atuais redes sociais. Na época, eu não refletia sobre as perspectivas da profissão de jornalista, eu apenas fazia o que acreditava que me levaria a algum lugar: lia e escrevia. Na literatura e no trabalho como jornalista assessor de imprensa, eu nunca fui um estouro, um arraso, a nova sensação, the next best thing. Nem nunca foi minha intenção sê-lo porque eu não queria ser apenas um acontecimento eventual: eu queria ter um trabalho. E trabalhei muito nos últimos oito anos. Estudei muito, li muito, pesquisei, escrevi, escrevi e escrevi, sempre acreditando que todo o esforço compensaria no futuro — embora não tivesse a mínima ideia dos traços que construiriam o perfil desse futuro.

Durante todo o momento em que conversei com minha jovem amiga inclinada ao Jornalismo, esqueci que diariamente me sinto inseguro sobre a qualidade do meu trabalho, esqueci que meu saldo bancário fechara o mês anterior positivo em R$ 2,45, esqueci que a autonomia foi a única alternativa quando eu procurei trabalho por mais de um ano, esqueci de todos os orçamentos que me foram solicitados e rejeitados nos últimos 18 meses. Apesar dos pesares, eu não sei por que persevero. Conheço jornalistas que abandonaram a profissão — e conheço também alguns muito bem sucedidos. Conheço muitos desiludidos e outros felizes.

Certa vez, uma amiga jornalista, a pessoa mais apaixonada pela profissão que conheço, lançou-me a pergunta, num café: que profissão é essa que mata os sonhos das pessoas? A interrogação me representa. Percebo o achatamento das minhas expectativas porque depois de tanto trabalho e investimento, vejo-me ainda muito distante de outras pessoas da mesma idade e com profissões diversas. No fim, independente de renda, posição profissional e perspectiva de crescimento, somos todos apenas trabalhadores tentando chegar a algum lugar. Talvez por isso as frequentes demissões nos grupos de comunicação pareçam tão cruéis, porque trazem à tona, mais uma vez, a pergunta: que profissão é essa que mata os sonhos das pessoas?

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5.8.14
comicbookcovers:

Detective Comics #275, January 1960, cover by Sheldon Moldoff

comicbookcovers:

Detective Comics #275, January 1960, cover by Sheldon Moldoff

778 notas (via fanzinecoquetelmolotov & comicbookcovers)

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3.8.14
oatmeal:

Today, illustrated.  More comics here.

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17.967 notas (via oatmeal)

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30.7.14

ilovecomiccovers:

Homage covers: Justice League #21 / Forever Evil #7 by Gary Frank.

I love comic covers

132 notas (via ilovecomiccovers)

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23.7.14

quiet-desperati0n:

I am a feminist because
I don’t think this video could be much more relevant.

(Fonte: vodkaand-cigarettes)

410.108 notas (via ruryon & vodkaand-cigarettes)

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23.7.14
marvinm00re:

Superman Teaser Ad LIFE Magazine 1978

marvinm00re:

Superman Teaser Ad
LIFE Magazine
1978

16 notas (via marvinm00re)

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21.7.14

marvinm00re:

ilovecomiccovers:

Related: Reign of Supermen covers

Action Comics #687 by Jackson Guice. More Guice Homages.

Superman The Man of Steel #22 by Jon Bogdanove. More Bogdanove Homages.

Superman v2 #78 by Dan Jurgens. More Jurgens Homages.

The Adventures of Superman by Tom Grummett. More Grummett Homages.

I was all about this.  The Kid and The Man of Steel were my favorites, but I read it all.  I even had a black t-shirt with the yellow/stitched-on Superman symbol on the back.

147 notas (via marvinm00re & ilovecomiccovers)

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19.7.14
♥

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9.7.14

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8.7.14
A imprensa tentando buscar explicações ao Minerazo numa suposta super preparação e inteligência aplicadas à seleção alemã nos últimos anos, parece esquecer que foi mais difícil passar pela Argélia do que pelo Brasil. Não é a Alemanha que é magicamente talentosa, é o Brasil que jogou sem defesa, meio-campo e ataque.
Eu nunca achei que o Brasil ganharia esta Copa e imaginava uma eliminação nas oitavas ou quartas de final, mas sair ASSIM é muito vergonhoso. A responsabilidade pelo vexame é da comissão técnica em geral e do Felipão em particular, que fez más escolhas diante das limitações impostas — ausências de Neymar e Thiago Silva.Agora é torcer pela Holanda, que tem um time coeso, talentoso e ofensivo e que nunca ganhou uma Copa. Seria uma vitória justa e há muito tempo aguardada.

A imprensa tentando buscar explicações ao Minerazo numa suposta super preparação e inteligência aplicadas à seleção alemã nos últimos anos, parece esquecer que foi mais difícil passar pela Argélia do que pelo Brasil. Não é a Alemanha que é magicamente talentosa, é o Brasil que jogou sem defesa, meio-campo e ataque.

Eu nunca achei que o Brasil ganharia esta Copa e imaginava uma eliminação nas oitavas ou quartas de final, mas sair ASSIM é muito vergonhoso. A responsabilidade pelo vexame é da comissão técnica em geral e do Felipão em particular, que fez más escolhas diante das limitações impostas — ausências de Neymar e Thiago Silva.

Agora é torcer pela Holanda, que tem um time coeso, talentoso e ofensivo e que nunca ganhou uma Copa. Seria uma vitória justa e há muito tempo aguardada.

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