12.9.14
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B A T M A N
BATMAN: THE OFFICIAL COMIC ADAPTATION (1989)Art by Jerry Ordway (pencils/inks) & Steve Oliff (colors)

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B A T M A N

BATMAN: THE OFFICIAL COMIC ADAPTATION (1989)
Art by Jerry Ordway (pencils/inks) & Steve Oliff (colors)

785 notas (via thecomicsvault & thecomicsvault)

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12.9.14
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IRON MAN by Jack Kirby & Don Heck

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IRON MAN by Jack Kirby & Don Heck

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8.9.14

Em 2002, o Google começou a digitalizar milhões de exemplares dos acervos de bibliotecas de todo o mundo, em um esforço para criar uma gigantesca biblioteca digital, contendo todos os livros já publicados. Evidências indicam que a empresa teria um propósito ainda maior: a criação de uma forma de inteligência artificial, algo que o escritor H.G. Wells previra em seu ensaio de 1937 “World Brain”. Entretanto, mais da metade dos livros digitalizados pelo Google estavam sob direitos autorais, e autores de todo o mundo lançaram uma campanha para acabar com o Google Books, que culminou em um tribunal de Nova York em 2011. “Google e o Cérebro do Mundo” é um documentário de 2013 que investiga as obscuras intenções do Google Books, os danos do monopólio de uma corporação sobre o conhecimento e a cultura e o embate entre pesquisadores e a privatização da literatura mundial. O filme pode ser baixado com legendas em português ou assistido online — basta procurar no Google.

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3.9.14

Da censura em HQs

"Foi em setembro de 1954, 60 anos atrás, que foi formada a Comics Magazine Association of America (CMAA) para criar o Código de Ética dos Quadrinhos. Enamorando com a censura, as HQs com horror, crime, erotismo ou temas polêmicos foram banidas. Isso se espalhou por todo mundo, inclusive ganhando contraparte brasileira em 1961.

Parece papo de museu, mas não é. Toda vez que o moralismo arreganha os dentes, os quadrinhos são visados. Não esqueçamos que basta pouco nos dias de hoje para querer ver pedofilia em RanXerox, racismo em Crumb, apologia às drogas em Moebius ou erotismo “do mal” nas super-heroínas seminuas.

Por isso que a página em quadrinhos sobre censura e liberdade sequer foi virada, e toda leitura. histórica e política, merece ser atenta.”

— Alexandre Linck, do blog Quadrinhos na Sarjeta.

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3.9.14
Do livro “As palavras andantes”, de Eduardo Galeano, L&PM Editores.

Do livro “As palavras andantes”, de Eduardo Galeano, L&PM Editores.

30 notas

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1.9.14

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27.8.14

O Mercado de Notícias, o filme, traça um painel sobre mídia e democracia, incluindo uma breve história da imprensa, desde o seu surgimento, no século 17, até hoje, destacando seu papel na construção da opinião pública, seus interesses políticos e econômicos.

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27.8.14
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David Mazzucchelli’s original sketch for the Batman:Year One house Ad

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David Mazzucchelli’s original sketch for the Batman:Year One house Ad

5.616 notas (via marvinm00re & thecomicsvault)

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25.8.14

Do amor ao próximo

"Assim, sobre o mandamento ‘Ama o próximo como a ti mesmo’ incide um paradoxo não passível de demoção. Mais apropriado seria ‘Aja como se amasse o próximo como a ti mesmo’, como pano de fundo ético para o viver. Amar não é da ordem do dever, da coerção: constitui, sim, um ato de liberdade. Capacidade inata, adquirida - ou ambas -, amar tangencia o sublime. E, entretanto, pode, se frustrado, por não mutualidade, acirrar o maligno, o destrutivo, a loucura mais recôndita no ser humano, colocando em xeque a própria condição de humanidade. Assim é quando circulamos no reino das paixões - se bem que, no dizer de Nietzsche: ‘Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura’. Ou como, pela fala de Polônio, ecoa Shakespeare, em Hamlet: ‘Loucura embora, tem lá o seu método’."

— Plinio Montagna, Presidente da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, 2009.

Íntegra.

5 notas

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25.8.14

Pra quem ainda tem dificuldade em entender o que se passa na Faixa de Gaza atualmente, recomendo esta elucidativa cena — muito representativa de toda a situação. A cadeirante é Gaza. A maluca possuída é o governo sionista de Israel. O loirinho é os moderados de Israel. A velha é a ONU: não serve pra nada e ainda toma uns safanões. O comprido de azul é a União Europeia, que chega atrasada e tenta colocar ordem na porra toda. A loirinha é a Comunidade Árabe, que não consegue se articular direito e fica de papel secundário. O pessoal que chega por último são os BRICS, porque não sabem se ficam ou se saem. E os Estados Unidos, é claro, é o roteirista.

1 nota

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22.8.14

Da cultura

Ocorre que cultura não é sinônimo de arte, nem de erudição, como muitos pensam. E tanto pensam que chamam de culto aqueles que ouvem música clássica alemã, entendem de literatura francesa ou assistem a filmes italianos. Cultura é, a grosso modo, o oposto de natureza, o domínio do homem sobre a natureza. (…) A oposição, então, é entre o que é natural X o que é cultural. Comer é natural; comer fondue é cultural, comer churrasco é cultural. Transar é natural; strip-tease é cultural, monogamia é cultural; Dormir é natural; sestear em rede é cultural, dormir em cama de casal é cultural. (…) Note, porém, que não há juízo de valor no termo ‘cultura’. Dessa forma, sim, Julio Iglesias, Paulo Coelho, Chaves, Zé do Caixão e Valesca Popozuda são parte da cultura, tanto quanto Shakespeare ou Noel Rosa. Beijinho no ombro para todos nós.”

— Marcelo Spalding, em “Valesca Popozuda é cultura?”

Íntegra.

18 notas

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21.8.14
semensperms:

Kryptonite Rock

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Kryptonite Rock

498 notas (via marvinm00re & semensperms)

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19.8.14

ungoliantschilde:

jimakin:

ungoliantschilde:

Neal Adams is amazing.

Frank Miller’s “the Dark Knight Returns” changed DC comics, and comics in general for that matter. Frank Miller has repeatedly stated that his take on an older, angrier Bruce Wayne was very much so based on the Batman characterization that was established in Dennis O’Neil and Neal Adams seminal tenure as the creative team on the World’s Greatest Detective.

And if you can’t see a connection between this artwork and the work of just about everyone that came into the business having grown up on Neal Adams comics, then… Well, keep looking.

Dennis O’Neil wrote Batman in the same way that Chris Claremont wrote the X-Men. It went on for decades, and mostly it was great in the beginning, pretty good in the later years, and kinda lame at the end. Read the Neal Adams Batman Archives. Just… Just read them.

Ra’s Al Ghul and the League of Assassins were established as villains in this era. The Joker became genuinely evil instead of the mischief he got up to on the TV shown. “The Laughing Fish” is still one of the best Batman books out there.

That Splash page of the Vision and the Captain America is from Avengers # 93: right at the beginning of the Kree/Skrull War. Neal Adams is one of the most influential creators out there. He brought realism and action movies to comics.

The Laughing Fish was by Steve Englehart, Marshall Rogers, and Terry Austin, part of their memorable run in Detective Comics that featured Bruce Wayne love interest Silver St. Cloud, corrupt politician Rupert Thorne, and the ghost of Hugo Strange. Besides the Joker story, they also introduced the modern incarnation of Deadshot and made Penguin kind of badass. Those stories definitely built on the Adams-O’Neil reinvention of Batman, but they have a cool vibe all their own.

Thank you for the corrected info!

518 notas (via fanzinecoquetelmolotov & ungoliantschilde)

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18.8.14

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14.8.14
By Laerte.

By Laerte.

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