Eu: Sim, olha o que tu fez! Tu come demais. O organismo não consegue digerir isso tudo.
Mermão: …
Eu: …
Mermão: Por que tu é tão ruim comigo?
Eu: Não sou ruim contigo, é que tu é sujo e esquisito.
Mermão: Por que?
Eu: Olha o quanto tu come. Isso não é humano.

Prazer “visual, pela impressão exterior ou aspecto do livro;
tátil, ao manusear-lhe a maciez ou aspereza das páginas;
auditivo, pelo brando crepitar ao folheá-lo;
olfativo, pelo cheiro pronunciado de seu papel impresso ou fino couro da encadernação;
gustativo, isto é, o sabor intelectual do livro, ou mesmo físico, ao umedecer-lhe ligeiramente as pontas das folhas para virá-las.”
Extraído de “Contribuições para a biografia de D. Pedro II”, Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, de 1925. Citação em Raízes do Brasil.
*Ainda nos é desconhecida a paixão do imperador pelos livros. De seus apanágios, falamos apenas da predileção pelos rabos de saia e da epilepsia — vide sua representação no filme Carlota Joaquina. #injustiçahistórica
Conway Twitty, I See The Want To In Your Eyes.
— Sérgio Buarque de Holanda, em Raízes do Brasil.
No Twitter, diz-se que em Porto Alegre a água sai da torneira pronta para o chimarrão.
— Luiz Antonio de Assis Brasil, em crônica na Zero Hora de hoje.
Sou amarradão nessas baladas glam rock. Speechless, da Lady Gaga, poderia ter sido composta para o musical Hedwig and the Angry Inch. Intensa, bonita, irregular, grudenta. Que nem a Lady Gaga. E o Hedwig.